[GRADUAÇÃO | MONOGRAFIA]
O PAPEL DA MULHER NO PROCESSO DE REDEMOCRATIZAÇÃO DA ÁFRICA AUSTRAL: UMA ANÁLISE DOS CASOS DE MOÇAMBIQUE E ÁFRICA DO SUL

JULIA VIOLET JATOBÁ

Resumo


Atualmente, a África do Sul e o Moçambique estão entre as 15 melhores nações com o maior número de mulheres em seus parlamentos nacionais. A luta das mulheres por essa conquista tem início nos tempos coloniais, com pequenos atos contra o patriarcado e contra os governos europeus, com o intuito de trazê-las a liberdade de gênero e raça. Na guerrilha, as mulheres acharam refúgio e a chance de trabalharem como iguais ao lado dos homens. Graças a isso, o modo da sociedade encarar a mulher e o seu papel foi modificado. A metodologia utilizada foi uma pesquisa em livros sobre a história da África, mais especificamente os volumes VII e VIII da "História Geral da África" por Albert Adu Boahen e Ali A. Mazrui em parceria com Christophe Wondji, respectivamente. Também foram usados livros sobre política e feminismo, como "Women and the Remaking of Politics in Southern Africa: Negotiating Autonomy, Incorporation and Representation" de Gisela Geisler; assim como artigos acadêmicos e jornalísticos para implementar a análise. O objetivo principal deste trabalho será o de analisar o papel da mulher no processo de redemocratização dos países da África Austral. A escolha do termo remete a uma nova democracia pelo fato da democracia já existir nesses países mas de cunho altamente racista em que os negros não tinham direitos iguais aos brancos. Em menor escala, o trabalho visa investigar a luta de guerrilha desses países, sua importância para a conquista dos direitos africanos e sua influência para as políticas de inclusão feminina.


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